Amon Amarth

Amon Amarth

10 de Novembro - Coliseu Porto (Porto)
1ª parte: TESTAMENT + GRAND MAGUS
Abertura de portas: 19h00 - Início do espetáculo: 20h00

Preço Bilhetes

28 euros

Classificação

M/6 anos

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Além de contar com a presença apoteótica dos AMON AMARTH, a passagem por Portugal da tour de promoção a «Jomsviking», o mais recente álbum dos suecos, numa data única no Coliseu do Porto, a10 de Novembro, vai trazer também ao nosso país os conterrâneos GRAND MAGNUS e as lendas do thrash norte-americano TESTAMENT.

Sete anos depois de uma atuação colossal no Vagos Open Air e dois após uma explosiva dupla-data, que abanou as estruturas de salas em Lisboa e no Porto com a intensidade do seu viking metal. 2016 marca o regresso dos AMON MARTH a solo nacional para mais um espetáculo, na ilustre companhia dos TESTAMENT e GRAND MAGUS, que promete ficar cravado na memória de todos aqueles que se atreverem a enfrentar a fúria majestosa dos autores de discos como «Fate Of Norns» ou «Twilight Of the Thunder God». Desta vez com uma paragem única no Coliseu do Porto, a 10 de Novembro, esta é mais uma data da gigantesca digressão mundial apoiada em «Jomsviking», o mais recente longa-duração de um percurso sempre em crescendo e que lhes tem valido elogios rasgados pela abordagem ainda mais antémica a um som que, com tanto de épico como de potente, lhes tem permitido tocar, deste e do outro lado ao Atlântico, para plateias totalmente rendias ao seu charme bárbaro.

Contemporâneos dos Metallica, Slayer, Megadeth ou Anthrax, e um dos aplaudidos e influentes nomes do thrash norte-americano, os TESTAMENT foram pioneiros do fenómeno na Bay Area de S. Francisco. A contrariar expectativas há trinta sólidos anos, perseveraram perante todos os obstáculos que encontraram no caminho e, sobreviventes de mudanças de formação, crises de saúde e quase três décadas de várias e rápidas alterações nas tendências dominantes da música pesada, conseguiram sair incólumes do outro lado desta montanha-russa de emoções. São um dos nomes mais respeitados e mais aplaudidos da sua geração – e uma força a ter em conta, tanto pela fação mais old school como pela nova legião de jovens apostados em recriar as glórias dos 80s. De resto, não é difícil perceber o porquê. Bastaria dizer que são uma das poucas lendas vivas do movimento que conservam capacidade de invocar da mesma forma as fortes emoções que os tornaram famosos com álbuns icónicos como «The Legacy», «The New Order» ou «Practice What You Preach». Mas há mais; tanto tempo depois, ainda crescem a cada novo disco que gravam, sem nunca terem abandonado a essência e a integridade que os caracteriza desde que Chuck Billy, Eric Peterson e companhia pisaram um palco pela primeira vez. «The Brotherwood Of The Snake», o 11º álbum de originais num percurso ao qual ninguém pode apontar o dedo, tem edição apontada para o dia 28 de Outubro e, demonstrando uma abordagem ainda mais tradicional ao thrash que os tornou famosos, vem provar – caso dúvidas restassem – que o implacável talento do quinteto californiano é imparável, graças a uma coleção de temas com potencial suficiente para se transformarem rapidamente em clássicos ao nível de hinos como «Into The Pit» e «Over The Wall».

De formação mais recente, mas também com créditos estabelecidos no movimento, os suecos GRAND MAGUS são hoje uma das mais entusiasmantes propostas no espectro do peso fiel às regras mais básicas do género, estabelecidas para a tendência durante os 80s. Criados por JB Christofferson, na guitarra/voz e pelo baixista Mats Skinner em 1996, começaram por tocar doom com fortes influências bluesy e dois anos depois, já com Fredrik “Trisse” Liefvendahl sentado atrás do kit de bateria, lançaram duas maquetas que, eventualmente, captaram a atenção do influente Lee Dorian. Em Novembro de 2001 é editada por fim a estreia homónima do trio, com o selo da Rise Above a encaixar com uma luva num som inspirado pelo período criativo mais tardio de bandas como Black Sabbath e Deep Purple. Sem negarem os raízes dos músicos, os dois lançamentos seguintes, «Monument» e «Wolf's Return», de 2003 e 2005 respetivamente, mostraram, por um lado, o grupo a refinar o seu estilo e, por outro, a incorporar influências ainda mais fortes do metal tradicional na sua música, valendo-lhes uma onda de aprovação generalizada por parte da imprensa. «Iron Will», lançado em 2008, foi recebido com as mais altas pontuações em publicações como a Metal Hammer alemã e «Hammer Of The North», que chegou aos escaparates pontualmente dois anos depois, transformou-se num marco na história da banda, com a entrada para a posição #42 da tabela de vendas germânica. O mais recente álbum do trio oriundo de Gotemburgo chama-se «Sword Songs» e amplifica ainda mais o crescimento denotado nos anteriores «The Hunt» e «Triumph And Power», que concretizaram na plenitude a atitude aguerrida e forte bem patente nos seus respetivos títulos.

BILHETES

Locais de Venda: Ticketline - Info/Reservas: Ticketline 1820 (chamada de valor acrescentado) , Coliseu Porto.
Em Espanha: Masqueticket.
Lojas: Abreu, Worten, Fnac, Note!, MMM Ticket, C.C. Mundicenter, C.C. Dolce Vita, SuperCor, U-Ticketline, Ask Me Lisboa, El Corte Inglês, A.B.E.P., Casino Lisboa, Centro Cultural de Belém, Forum Aveiro, Galeria Comercial Campo Pequeno, Shopping Cidade do Porto e Time Out Mercado da Ribeira.

BIOGRAFIA AMON AMARTH

Foi há quase duas décadas que um grupo desconhecido do pequeno subúrbio de Tumba, Estocolmo, na Suécia, começou a dar os primeiros passos ainda sob a designação Scum. Inicialmente a debitar um híbrido de death/grind que passou despercebido na emergente cena local, foi em 1992, com a entrada de Johan Egg no grupo e consequente mudança de nome para Amon Amarth que começaram a revelar todo seu potencial. Apenas duas maquetas depois – «Thor Arise» e «Arrival Of The Fimbulwinter», de 1993 e 1994, respetivamente – chegaram para definirem uma personalidade vincada, que desde então mistura uma abordagem melódica, ocasionalmente épica e sempre poderosa, ao death metal e o conteúdo lírico inteiramente inspirado nas tradições pagãs dos seus antepassados vikings. Dois anos depois lançam-se finalmente ao mundo com o EP «Sorrow Throughout The Nine Worlds», produzido por Peter Tägtgren (dos Hypocrisy) e com selo Pulverised Records. Ainda a sofrer com alguma instabilidade de formação, a banda assina contrato com a gigantesca Metal Blade e, com Martin Lopez (que pouco tempo depois abandonaria para se juntar aos Opeth) na bateria, edita o disco de estreia «Once Sent From The Golden Hall», em 1998.

Durante a próxima década o grupo não voltou a olhar para trás, editando petardo atrás de petardo do seu som muito característico, assente em riffs que apelam ao headbanging, harmonias melódicas fáceis de assimilar e ritmos devastadores. Foram, de resto, esses elementos que lhes permitiram estabelecer e solidificar uma base de seguidores que não mais parou de crescer, à medida que o quinteto ia construindo um fundo de catálogo de uma consistência que não é, de todo, comum nos dias que correm. Foram oito os álbuns editados no espaço de treze anos, sem pausas para descanso e sem que nunca tenham baixado a fasquia da qualidade ou da intensidade. A estreia em longa-duração, «The Avenger» (de 1999), «The Crusher» (de 2001), «Versus The World» (de 2002), «Fate Of Norns» (de 2004), «With Oden On Our Side» (de 2006), «Twilight Of The Thunder God» (de 2008) e «Surtur Rising» (de 2011) são títulos que, não há volta a dar, devem figurar na estante de qualquer apreciador de bom death metal que se preze. À custa de uma perseverança que só encontra paralelo na dos seus antepassados, a banda formada há mais de duas décadas pelo vocalista Johan Egg, pelos guitarristas Olavi Mikkonen e Johan Söderberg, pelo baixista Ted Lundström e pelo baterista Fredrik Andersson chegou a 2014 com uma carreira estabelecida e pronta dar o próximo passo em termos de exposição.

Com entradas nas tabelas de vendas em países como Alemanha, Finlândia, Suécia, Áustria, Suíça e Estados Unidos e salas lotadas deste e do outro lado do Atlântico, ao nono registo de longa-duração, os Amon Amarth juntaram-se ao lendário britânico Andy Sneap, guitarrista e produtor de nomeada com associações a nomes tão famosos como Opeth, Arch Enemy, Testament ou Kreator, entre outros, para gravar «Deceiver Of The Gods». Editado a 25 de Junho de 2013, o álbum elevou a fasquia a nível de entrega, composição e produção; e trepou rapidamente ao #3 da tabela de vendas na Alemanha, recebendo aplausos unânimes da crítica. Sem perder tempo, a banda embarcou no festival itinerante Mayhem que percorreu os Estados Unidos de uma costa à outra, ao que se seguiu uma primeira digressão pela Europa. O ano de 2014 começou com um retorno aos Estados Unidos (desta vez para uma tour em nome próprio), seguido de incursões pela Austrália, pela Europa de Leste, pela América do Sul e por quase todos os maiores festivais de Verão. Já em 2015, após uma mudança de formação que viu o baterista Fredrik Andersson abandonar e ser rapidamente substituído por Tobias Gustafsson, a banda regressou finalmente ao estúdio para gravar o muito aguardado sucessor de «Deceiver Of The Gods». Produzido novamente por Sneap, «Jomsviking» chegou aos escaparates em Março de 2016 e afirmou-se como mais um firme passo em frente no percurso evolutivo dos músicos de Estocolmo.

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  • Amon Amarth - First Kill


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AMON AMARTH - 10 NOVEMBRO 2016 @ COLISEU DO PORTO Os mais famosos porta-estandartes do movimento viking metal regressam...

Publicado por Prime Artists em Segunda-feira, 6 de Junho de 2016